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PLENO PODER

Opinião: que os gritos da UEPB possam ser, enfim, ouvidos

Últimos acontecimentos na instituição escancararam um evidente distanciamento da reitoria com a classe acadêmica

Publicado em 04/04/2025 às 8:15


				
					Opinião: que os gritos da UEPB possam ser, enfim, ouvidos
(Foto: Divulgação)

Na noite dessa quinta-feira (3), um episódio dantesco chocou a Paraíba.

Foi quando um indivíduo armado invadiu a Central de Aulas da Universidade Estadual da Paraíba, em Campina Grande, assassinou um homem e feriu outro.

Neste mesmo local, há quase exatos cinco anos, no dia 1º de abril de 2019, bandidos fortemente armados assaltaram uma agência bancária e deixaram uma ferida que, aparentemente, sequer foi tratada.

Desde então, o tema da segurança de alunos e professores nas universidades do estado não avançou. Limitou-se apenas ao calor de um breve momento e arrefeceu a ponto de precisar de uma tragédia para voltar à tona.

As aulas no local foram suspensas para que, de acordo com uma nota assinada pela reitoria da UEPB, "sejam tomadas medidas de controle de acesso às dependências da instituição."

Inclusive, se me permitem um aparte, mais uma vez assuntos sensíveis e discussões importantes são tratadas pela reitoria da UEPB através de textos e declarações meramente protocolares, frias, carentes de sensibilidade.

Recentemente casos de apologia ao fascismo na instituição foram abordadas de forma simplória, através de um vídeo gravado e divulgado pela reitora Célia Regina.

É muito pouco e soa desrespeitoso. Que o episódio sirva para aproximar a instituição da classe acadêmica, algo que não acontece há anos.

À família de Keine, as condolências de um filho enlutado da instituição.

Texto: Pedro Pereira

Imagem ilustrativa da imagem Opinião: que os gritos da UEPB possam ser, enfim, ouvidos

João Paulo Medeiros

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