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COTIDIANO

Divulgação do resultado da perícia de peixes mortos no Açude Velho é adiada

Milhares de peixes mortos foram retirados do açude na última semana. Um novo prazo para perícia não foi divulgado.

Publicado em 22/01/2026 às 12:19


				
					Divulgação do resultado da perícia de peixes mortos no Açude Velho é adiada
Prefeitura de Campina Grande estuda oxigenar água do Açude Velho após morte de peixes - Foto: TV Paraíba. Gustavo Demétrio

O Instituto de Polícia Científica da Paraíba (IPC) adiou a divulgação do resultado da perícia realizada com os peixes encontrados mortos no Açude Velho, em Campina Grande, Agreste da Paraíba. A data prevista para divulgação do laudo com os resultados era esta quinta-feira (22).

Segundo a superintendente adjunta do IPC-PB em Campina Grande, Zenia Maria, o adiamento foi necessário em virtude da complexidade da perícia. As primeiras análises foram enviadas aos laboratórios responsáveis e aguardam finalização.

Ainda de acordo com o IPC, a previsão é que o resultado deve saia em até 30 dias, mas não há como precisar uma data exata para divulgação. Não houve nenhuma mudança nos parâmetros de análise.

Toneladas de peixes mortos foram retiradas do Açude Velho

Mais de 10 toneladas de peixes mortos já foram retirados do açude. A operação para limpeza do local contou com mais de 60 homens.

A aparição de peixes mortos no Açude Velho é um problema frequente, decorrente, segundo especialistas, de um processo de junção de fósforo e nitrogênio que sufoca os animais nesta época do ano. No entanto, a coloração e agravamento da situação tem afetado moradores e ocasionado mau cheiro e outros transtornos na região.

Representantes de várias secretárias da Prefeitura Municipal, como da Secretaria de Serviços Urbanos e Meio Ambiente (Sesuma) e Secretaria de Obras de Campina Grande (Secob), discutiram ações emergenciais para lidar com o problema.

De acordo com o secretário, os animais mortos estão sendo encaminhados para um aterro sanitário. Além da limpeza, a prefeitura também deve fazer uso de aeradores para movimentar a água e gerar oxigenação para os animais - um processo que, segundo Dorgival Vilar, já acontece e será intensificado.

Imagem

Jornal da Paraíba

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