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COTIDIANO

Empresário é levado à delegacia horas depois de ser solto em caso de violência doméstica

Segundo a defesa, empresário havia sido solto mediante o monitoramento via tornozeleira eletrônica. Após a liberação, horas depois, ele é ouvido.

Publicado em 11/09/2026 às 19:27 | Atualizado em 11/09/2026 às 19:50


					Empresário é levado à delegacia horas depois de ser solto em caso de violência doméstica
Empresário é levado à delegacia horas depois de ser solto em caso de violência doméstica - Foto: Divulgação/Governo da Paraíba. Divulgação/Governo da Paraíba

O empresário Alysson Campelo Catuhyte Wanderlei, suspeito de violência doméstica contra uma mulher em João Pessoa, que havia sido solto com o uso de tornozeleira eletrônica nesta sexta-feira (11), foi conduzido à delegacia de Polícia Civil novamente. Ele está sendo ouvido pelas autoridades.

De acordo com a Polícia Civil, um procedimento relativo ao caso está sendo concluído na delegacia. Até a última atualização desta reportagem, no entanto, não havia a informação se a condução do empresário à delegacia poderia converter-se em prisão.

Anteriormente, o empresário esteve preso desde o dia 14 de agosto. O processo corre em segredo de justiça.

O Jornal da Paraíba entrou em contato com a defesa do empresário sobre a condução à delegacia, mas não recebeu retorno até a última atualização desta reportagem.

Relembre o caso

Alysson Campelo Catuhyte Wanderlei foi preso em flagrante no dia 14 de agosto, suspeito de violência doméstica contra a companheira em João Pessoa. Segundo a Polícia Civil, o homem responderia pelos crimes de lesão corporal e ameaça no contexto da Lei Maria da Penha.

Após a prisão, o empresário foi levado para a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) da Zona Sul de João Pessoa. Em seguida, foi encaminhado para a carceragem da Cidade da Polícia Civil.

Na época da prisão, em um vídeo enviado para a Rede Paraíba, a defesa do suspeito disse que "mantém o absoluto respeito ao poder judiciário, às suas decisões e às instituições que compõem o sistema de justiça" e que "seguirá utilizando todos os instrumentos jurídicos cabíveis, em todas as instâncias que for necessário, para segurar o direito ao contraditório e a ampla defesa do devido processo legal".

Ainda segundo a polícia, além da prisão, foi determinada uma medida protetiva de urgência em favor da vítima naquela oportunidade.

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Jornal da Paraíba

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