ESPORTES
STJD julga futuro do Campinense nesta quinta
Entre os diversos recursos na pauta de julgamento do STJD, está o pedido de anulação do jogo entre Fortaleza e CRB.
Publicado em 03/11/2011 às 6:30
O Pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva decide hoje, em sessão que começa às 12h30 (da Paraíba), o futuro do Campinense no Brasileiro do ano que vem. É que, entre os diversos recursos na pauta de julgamento do STJD, está o pedido de anulação do jogo entre Fortaleza e CRB, ainda pela primeira fase da Série C, que acabou salvando o tricolor cearense da queda e o rebaixamento do Campinense. O resultado de hoje não cabe mais recurso.
No recurso, o Rubro-Negro tenta inverter o resultado ocorrido em primeira instância pela Segunda Comissão do STJD, dia 27 de setembro, quando decidiu por multar o Fortaleza em R$ 25 mil (R$ 20 mil por atraso) e absolver quanto à possibilidade de anulação do jogo.
O árbitro da partida, Gutemberg de Paula Fonseca, foi absolvido, assim como Maisena, do CRB. Já o atacante Carlinhos Bala, então jogador do Fortaleza, pegou seis partidas de suspensão e foi multado em R$ 10 mil. Por atraso para entrar em campo, o CRB foi multado em R$ 20 mil. Todos esses casos têm recursos.
Serão dois processos a serem julgados nesta quinta-feira. No processo impetrado pela procuradoria, o CRB não era réu. Mas no caso iniciado pelo Campinense, o time alagoano também será julgado, diferentemente do primeiro, quando só o lateral-direito Maisena foi acusado.
A diretoria e o advogado da Raposa, estão confiantes quanto ao sucesso no julgamento.
“Nós estamos muito confiantes. Acredito que o STJD vai fazer justiça e punir as equipes que tentaram manipular o resultado. O Campinense brigou dentro de campo e venceu, agora nós vamos vencer também nessa disputa na Justiça”, disse o presidente William Simões.
Já o advogado Carlos Portinho garante que as chances do clube sair vitorioso hoje no Pleno são boas.
“As chances existem e são boas. Nós estamos muito confiantes de que o julgamento de amanhã (hoje) será diferente do primeiro. Também enfrentei situação anterior que era desfavorável e reverti no Pleno”.

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