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MEIO AMBIENTE

Balneabilidade: quatro trechos de praia na Paraíba estão impróprios para banho; saiba quais

Relatório de balneabilidade da Sudema mostra trechos do litoral paraibano que estão próprios para banho.

Publicado em 31/01/2026 às 5:00 | Atualizado em 31/01/2026 às 6:37


				
					Balneabilidade: quatro trechos de praia na Paraíba estão impróprios para banho; saiba quais
Praia de Cabo Branco, em João Pessoa | Foto: Shutterstock

Quatro trechos de praia estão impróprios para banho no Litoral da Paraíba neste fim de semana (31 de janeiro e 1° de fevereiro), segundo o relatório de balneabilidade divulgado pela Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) nesta sexta-feira (30).

Três dos trechos impróprios estão localizados em João Pessoa e um em Pitimbu.

Em João Pessoa:

  • Praia do Seixas, no final da Av. das Falésias
  • Praia da Penha, em frente a desembocadura do Rio Cabelo
  • Jacarapé, Arraial do Sol, ao final da rua Manoel Cândido Soares

Em Pitimbú:

  • Em frente a desembocadura do Riacho Engenho Velho

Os pontos monitorados estão situados em João Pessoa, Pitimbú, Mataraca, Baía da Traição, Conde, Lucena, Cabedelo e Rio Tinto.

A análise da balneabilidade da água foi realizada de 21 a 28 de janeiro e é válida até o dia 6 de fevereiro, data da divulgação do próximo relatório.

O que é balneabilidade das praias?

De acordo com a Sudema, a balneabilidade é a qualidade das águas destinadas à recreação de contato primário, que são atividades de contato direto e prolongado com a água (banho, natação, mergulho, pesca, etc), onde existe a possibilidade de ingestão.

Para a avaliação, é necessário o estabelecimento de critérios objetivos, que devem se basear em indicadores a serem monitorados e seus valores confrontados com padrões pré-estabelecidos, para que se possa identificar se determinado local é favorável ou não.

Os corpos d’água contaminados por esgoto doméstico, por exemplo, podem expor os banhistas a bactérias, vírus e protozoários. Crianças e idosos, ou pessoas com baixa resistência, são as mais suscetíveis a desenvolver doenças ou infecções após terem nadado em águas contaminadas.

Doenças transmissíveis em praias com água contaminada

Doenças transmissíveis por meio de água contaminada são uma preocupação em praias. Embora a maioria das doenças relacionadas ao banho não seja grave, elas podem causar uma variedade de sintomas, como enjoo, vômitos, dores de estômago, diarreia, dor de cabeça e febre.

Além disso, infecções em áreas como os olhos, ouvidos, nariz e garganta também são possíveis. Em praias altamente contaminadas, os banhistas podem estar expostos a doenças mais graves, incluindo disenteria, hepatite A, cólera e febre tifoide.

A contaminação da água pode ocorrer de várias formas, como esgoto não tratado, descarga inadequada de resíduos e poluição causada por atividades humanas. A falta de infraestrutura sanitária adequada e o manejo inadequado dos resíduos são fatores contribuintes para a contaminação da água.

É essencial o monitoramento regular de qualidade da água e para que sejam tomadas medidas que minimizem as possibilidades de contaminação. Os banhistas também devem tomar precauções, como evitar engolir água, lavar as mãos antes de comer e após usar o banheiro, e procurar áreas de praia com melhores condições sanitárias.

A conscientização sobre os riscos associados à água contaminada é fundamental para garantir a segurança e o bem-estar dos frequentadores das praias.

Soluções para praias da Paraíba impróprias ao banho

Marcelo Cavalcanti, Superintendente da Sudema, explica que nas áreas urbanas há dois tipos de soluções para o esgotamento sanitário: a drenagem pluvial e a rede pública de esgoto doméstico.

"Muitas vezes, a população confunde essas duas redes e liga o esgoto doméstico na rede de drenagem pluvial, o que causa contaminação. Isso é ainda mais evidente em regiões litorâneas, onde existe desembocadura da rede de drenagem. O crescimento da cidade também contribui para esse problema", explica.

A Sudema tem projetos de educação ambiental, como o "Praia Limpa", para conscientizar a população sobre a importância de não fazer lançamentos indevidos na rede pluvial.

"Quando esses lançamentos são feitos de forma proposital, a atuação é autuar os responsáveis por crime ambiental e obrigá-los a fazer a ligação no destino correto. Essas são as ações para manter as praias da Paraíba limpas", completou.

Imagem

Jornal da Paraíba

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