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MEIO AMBIENTE

Prefeitura de Campina Grande estuda oxigenar água do Açude Velho após morte de peixes

De acordo com a Sesuma, até o final do primeiro semestre de 2026 também vai acontecer a licitação para a requalificação do Açude Velho.

Publicado em 12/01/2026 às 19:07 | Atualizado em 12/01/2026 às 20:33


				
					Prefeitura de Campina Grande estuda oxigenar água do Açude Velho após morte de peixes
Prefeitura de Campina Grande estuda oxigenar água do Açude Velho após morte de peixes - Foto: TV Paraíba.

A Prefeitura de Campina Grande avalia como oxigenar a água do Açude Velho após a morte de peixes no local e a retirada de quase 10 toneladas do material orgânico. A finalização do projeto de requalificação do cartão-postal deve ocorrer acontecer até o fim do primeiro semestre de 2026 e uma licitação deve ocorrer para isso. As informações foram confirmadas pela Secretaria de Serviços Urbanos e Meio Ambiente (Sesuma).

Conforme o secretário da Secretaria de Serviços Urbanos e Meio Ambiente (Sesuma), inicialmente foi retirado 5 toneladas de peixes mortos e, na noite desta segunda-feira (12), o número subiu para quase 10 toneladas retiradas durante a operação.

De acordo com a Sesuma, as ações emergenciais no primeiro momento são a limpeza do Açude Velho, com a retirada do material biológico, e a avaliação para instalar aeradores, que são equipamentos que oxigenizam a água. No entanto, a secretaria disse à Rede Paraíba de Comunicação que ainda não há prazo para essa instalação acontecer ou quantos equipamentos do tipo serão instalados.

Uma reunião foi feita nesta segunda-feira (12), com diversos órgãos, como Secretaria de Obras (Secob) e Secretaria de Planejamento (Seplan), para alinhar as estratégias de combate ao problema no Açude Velho. Polícia Civil e Ministério Público da Paraíba (MPPB) investigam o caso.

Além da limpeza e da avaliação sobre a instalação dos equipamentos, também foi confirmado pelos órgãos envolvidos na reunião que existe a expectativa para o lançamento de uma licitação para a requalificação do Açude Velho, até o final do primeiro semestre de 2026.

"Já estamos com estudos técnicos sendo feitos em parceria com a Universidade Federal de Campina Grande com recursos garantidos que proporcionarão a revitalização do açude. A proposta vai além das medidas emergenciais e busca uma solução definitiva, com uma grande obra que traga benefícios ambientais e urbanos para a cidade”, disse o secretário de Obras, Joab Machado.

Um estudo também em curso que faz parte deste projeto de requalificação inclui viabilizar a dragagem do reservatório, para melhorar a qualidade da água e reduzir o acúmulo de sedimentos. Dentro do projeto também é esperado melhorias nas calçadas, instalação de equipamentos urbanos, ações de acessibilidade e tratamento das águas.

A aparição de peixes mortos no Açude Velho é um problema frequente, decorrente, segundo especialistas, de um processo de junção de fósforo e nitrogênio que sufoca os animais nesta época do ano. No entanto, a coloração e agravamento da situação tem afetado moradores e ocasionado mau cheiro e outros transtornos na região.

Quase 10 toneladas de peixes mortos já foram retiradas


				
					Prefeitura de Campina Grande estuda oxigenar água do Açude Velho após morte de peixes
Quase 10 toneladas de peixes mortos já foram retiradas. Reprodução/TV Paraíba

De acordo com o secretário de Serviços Urbanos e Meio Ambiente (Sesuma) de Campina Grande, Dorgival Vilar, quase 10 toneladas de peixes mortos já foram retirados do açude. A operação para limpeza do local conta com mais de 60 homens e acontece desde o domingo (11).

A aparição de peixes mortos no Açude Velho é um problema frequente, decorrente, segundo especialistas, de um processo de junção de fósforo e nitrogênio que sufoca os animais nesta época do ano. No entanto, a coloração e agravamento da situação tem afetado moradores e ocasionado mau cheiro e outros transtornos na região.

De acordo com o secretário, os animais mortos estão sendo encaminhados para um aterro sanitário. Além da limpeza, a prefeitura também deve fazer uso de aeradores para movimentar a água e gerar oxigenação para os animais - um processo que, segundo Dorgival Vilar, já acontece e será intensificado.

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Jornal da Paraíba

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