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CONVERSA POLÍTICA

Queiroga evita falar da polêmica da Covaxin e deixa Paraíba com promessas de projetos

Publicado em 26/06/2021 às 14:46 | Atualizado em 30/08/2021 às 18:08

Por ANGÉLICA NUNES e LAERTE CERQUEIRA

Se a ordem é 'ensaboar' para evitar um desgaste maior do governo Bolsonaro na polêmica da suposta compra superfaturada de 20 milhões de doses da vacina indiana Covaxin, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, veio à Paraíba com o dever de casa feito. No segundo dia de agenda pública no estado, hoje (26), desta vez com o governador João Azevêdo (Cidadania), ele novamente se esquivou de perguntas relacionadas ao caso.

O foco dos questionamentos, dessa vez, foi a declaração do deputado Luís Miranda (DEM-DF), prestada em depoimento à CPI da Covid no Senado ontem (26). O deputado disse que Bolsonaro teria citado o nome do líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), como a pessoa que estaria o pressionando a fechar contrato da Covaxin.

O episódio teria acontecido no dia 20 de março, cinco dias depois do paraibano ser oficializado como novo ministro da Saúde, em substituição a general Eduardo Pazuello. Queiroga assumiu formalmente o comando da pasta no dia 23 de março.

Claramente incomodado com as perguntas da imprensa, Marcelo Queiroga disse que o contrato está sob análise da assessoria jurídica do Ministério da Saúde e que o servidor envolvido no caso será alvo de um procedimento administrativa para apurar se ele cometeu alguma irregularidade. O paraibano também negou que Ricardo Barros ou qualquer outro deputado tenha alguma interferência na pasta da Saúde.

Rede de Trauma

As declarações foram dadas em uma coletiva após um encontro à portas fechadas com o governador João Azevêdo e seus auxiliares, no Palácio da Redenção. Na pauta oficial, estavam o pleito da Paraíba em se oferece para dois projetos-pilotos em parceria com o governo federal e outras entidades.

O mais concreto deles é o projeto de restruturação da rede de traumatologia da Paraíba. O objetivo é atingiu uma meta estabelecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para que, de 2021 a 2030, haja diminuição de 50% do número de mortes em decorrência da doença Trauma, como acidentes no trânsito e ocorrências interpessoais.

Vacinação em massa

Também foi discutido o projeto-piloto de vacinação em massa da população contra a Covid-19 em Sousa paraibana. A expectativa, inclusive, é que seja utilizada as doses da Sputnik V, vacina russa que a Paraíba deve adquirir através do contrato feito pelo Consórcio Nordeste.

Apesar do aceno, o ministro Marcelo Queiroga disse que a decisão não depende de sua vontade, mas passa por análise técnicas de instâncias regulatórias de pesquisas e também que haja interesse da farmacêutica em alocar doses, porque elas não são retiradas do Plano Nacional de Imunização. "Desde que essas condições sejam atendidas, que tenha doses disponíveis e o interesse de alguma farmacêutica o ministério apoiará", enfatizou o ministro.

Imagem ilustrativa da imagem Queiroga evita falar da polêmica da Covaxin e deixa Paraíba com promessas de projetos

Angélica Nunes Laerte Cerqueira

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