PLENO PODER
Políticos paraibanos reagem à prisão de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos
Ditador venezuelano foi capturado após um ataque liderado por Donald Trump ao país sul-americano.
Publicado em 03/01/2026 às 20:38

O mundo acordou neste sábado (3) com a notícia de que o ditador venezuelano Nicolás Maduro foi capturado pelos Estados Unidos. A prisão aconteceu após um ataque feito por forças militares americanas à Venezuela. Maduro estava no poder do país sul-americano há quase 13 anos.
Em pronunciamento oficial, o presidente americano Donald Trump afirmou que os Estados Unidos vão administrar a Venezuela durante a transição de governo. Vale lembrar que, apesar das acusações de narcotráfico internacional feitas pelos EUA contra Maduro, a Venezuela tem a maior reserva de petróleo do mundo, item de forte interesse americano.
Com a prisão de Maduro, várias autoridades políticas ao redor do mundo se manifestaram a respeito da ação de Donald Trump. Na Paraíba não foi diferente. Agora, você confere as manifestações de alguns políticos paraibanos sobre a a captura do ditador venezuelano.
João Azevêdo (PSB)
É muito grave qualquer ataque à soberania de um país. Isso quebra as regras internacionais e coloca o mundo todo em risco. A força nunca vai substituir a diplomacia. Para encontrar saídas que funcionem de verdade, o que deve prevalecer é a soberania dos interesses do povo venezuelano e a paz.
Luiz Couto (PT)
Manifesto publicamente meu repúdio aos ataques e às ações de ingerência dos Estados Unidos contra a Venezuela, que violam o princípio da soberania dos povos, o direito à autodeterminação e as normas do direito internacional. Nenhuma nação tem o direito de impor sanções, ameaças ou intervenções que aprofundam crises humanitárias e penalizam diretamente a população civil. A paz, o diálogo e a diplomacia devem sempre prevalecer sobre a força e a intimidação.
Cabo Gilberto (PL)
Maduro, amigo de Lula e recebido com honras no Brasil, termina como todos os tiranos: desacreditado, isolado e preso. Esse é o fim do “modelo” que a esquerda admira, ruína, exílio ou cadeia.
Adriano Galdino (PSB)
O mundo assistiu estarrecido ao bombardeio dos Estados Unidos contra a Venezuela e à captura de seu DITADOR / presidente. Não se trata de defender o regime de Nicolás Maduro — um ditador responsável pelo maior êxodo da história da América do Sul, com mais de 7 milhões de venezuelanos forçados a deixar seu país, muitos hoje pedindo esmolas nas cidades brasileiras. O que está em jogo é algo maior: o respeito ao Direito Internacional. Nenhum país pode invadir outro sem legítima defesa ou autorização da ONU. Nada disso ocorreu. A ação americana viola o direito internacional e até a própria legislação dos EUA, que exige autorização do Congresso para ataques militares.
Walber Virgolino (PL)
Grande dia! Tio Sam põe fim à ditadura venezuelana e, de quebra, captura Maduro. Só falta agora acabar com a ditadura brasileira.
Ricardo Coutinho (PT)
Inaceitável o ataque dos EUA contra o povo venezuelano. Pior ainda é o silêncio do Mundo diante desse crime cometido para se apropriar do petróleo venezuelano e para controlar as fronteiras com o Brasil e com a Colômbia.
Sargento Neto (PL)
Ditadores podem até controlar armas, cargos e narrativas, mas nunca conseguem aprisionar a verdade nem a vontade de um povo livre. Todo regime que governa pelo medo cai, porque o poder que não nasce do respeito está condenado pela própria história.
Até o momento, nenhum pré-candidato ao governo do Estado se manifestou. O presidente da Câmara dos Deputados, o paraibano Hugo Motta (Republicanos) também optou pelo silêncio.
Texto: Gabriel Abdon

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