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COTIDIANO

João Lima: defesa pede na Justiça a liberdade do cantor preso por agredir ex-esposa

Cantor João Lima está preso desde o dia 26 de janeiro, após ter agredido sua ex-esposa, a médica Raphaella Brilhante.

Publicado em 30/01/2026 às 19:00

A defesa de João Lima, cantor paraibano preso por violência doméstica contra a ex-esposa, entrou com um pedido de habeas corpus nesta sexta-feira (30). Ele está preso desde a segunda-feira (26), na Penitenciária Desembargador Flósculo da Nóbrega, localizada no bairro do Róger, em João Pessoa.

No pedido que será analisado pelo Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), a defesa alega que há a ausência de fundamentação pra necessidade da prisão. O desembargador João Benedito vai ser o relator do caso.

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João Lima divide pavilhão com presos por tentativa de feminicídio e agressão

O cantor João Lima está no Presídio Desembargador Flóscolo da Nóbrega, conhecido como Presídio do Roger, em João Pessoa, em um pavilhão reservado apenas para pessoas que respondem por crimes no âmbito da Lei Maria da Penha. Ao todo, são 60 presos no pavilhão de Violência Doméstica.

De acordo com o diretor do presídio, Edmilson Alves, dentre esses internos, os crimes que eles respondem são por agressões, tentativa de feminicídio e quebra de medidas protetivas. Não há estimativa de quantos, do total de presos, respondem pelo respectivos crimes.

O diretor do presídio também informou ao Jornal da Paraíba que João Lima é o único não anônimo atualmente preso no Roger. No entanto, ele disse que outras pessoas com casos de repercussão já passaram pela ala. Como exemplo, ele citou o caso "Mariana Thomaz", jovem estudante de medicina que foi morta por Johannes Dudeck, condenado a mais de 32 anos de prisão, e que passou um período na ala.

Um outro não anônimo que passou pela ala do presídio foi Danilo Santos da Silva, condenado a mais de 27 anos de prisão por matar Maria Nataly Daiana da Silva Medeiros, ex-esposa, ao passar por cima dela com um carro diversas vezes e com as filhas vendo.

Hytalo Santos e Israel Vicente, que respondem processos na Justiça da Paraíba, estão presos no mesmo presídio que João Lima, mas em uma outra ala, específica para pessoas LGBTQIA+.

Relembre o caso


				
					João Lima: defesa pede na Justiça a liberdade do cantor preso por agredir ex-esposa
Cantor João Lima é preso após denúncia de violência doméstica contra ex-esposa. Foto: Reprodução/TV Cabo Branco

O cantor paraibano João Lima passou a ser investigado por violência doméstica contra a ex-esposa, a médica e influenciadora Raphaella Brilhante, após vídeos divulgados em redes sociais mostrarem agressões. A vítima registrou Boletim de Ocorrência na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de João Pessoa.

Após a repercussão do caso, a ex-esposa de João Lima, a médica Raphaella Brilhante, publicou um texto nas redes sociais onde confirmou publicamente, pela primeira vez, a violência sofrida. Ela relatou que está enfrentando "uma dor que atravessa o corpo, a alma e a história", e disse que "não há palavras que expliquem o impacto disso na vida de alguém".

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Segundo os autos do processo, as agressões registradas por uma câmera de segurança ocorreram em 18 de janeiro. Na denúncia, João Lima “teria agredido a vítima com socos, apertos na mandíbula e amordaçamento para silenciar seus gritos”. Ainda de acordo com o documento, ele teria entregado uma faca à mulher e mandado que ela se matasse.

Três dias depois, o cantor teria ido à casa da mãe da vítima e feito novas ameaças, afirmando que “acabaria com a vida dela caso não reatasse o relacionamento” e que, se ela se envolvesse com outra pessoa, “mataria ambos”.

A advogada da vítima, Dayane Carvalho, afirma que não houve episódios de violência durante os dois anos de namoro. Já depois do casamento, câmeras internas da casa do casal registraram algumas das agressões.

Raphaella Brilhante e João Lima se casaram em novembro de 2025, e as agressões começaram ainda na lua de mel. “Cinco dias depois, quando eu estava na minha lua de mel, ele já me bateu.”

A defesa da vítima informou que, em um dos episódios registrados, o casal já estava separado, após Raphaella pedir um tempo no relacionamento. Nesse período, ela voltou a morar com os pais e ainda não havia contado sobre as agressões.

Como denunciar violência contra a mulher

Denúncias de estupros, tentativas de feminicídios, feminicídios e outros tipos de violência contra a mulher podem ser feitas por meio de três telefones:

  • 197 (Disque Denúncia da Polícia Civil)
  • 180 (Central de Atendimento à Mulher)
  • 190 (Disque Denúncia da Polícia Militar - em casos de emergência)
Imagem

Jornal da Paraíba

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