icon search
icon search
home icon Home > cotidiano
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no telegram compartilhar no facebook compartilhar no linkedin copiar link deste artigo
Compartilhe o artigo
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no telegram compartilhar no facebook compartilhar no linkedin copiar link deste artigo
compartilhar artigo

COTIDIANO

Uso de tornozeleira eletrônica por agressores de mulheres: entenda projeto

O projeto de lei foi aprovado pelo Senado Federal, e agora segue para a sanção presidencial.

Publicado em 21/03/2026 às 11:38


				
					Uso de tornozeleira eletrônica por agressores de mulheres: entenda projeto
Foto: Divulgação..

O Senado Federal aprovou, na última quarta-feira (19), o projeto de lei que obriga o uso de tornozeleira eletrônica por agressores de mulheres em casos de risco. A proposta é da deputada Fernanda Melchionna (PSOL-RS) e do deputado Marcos Tavares (PDT-RJ) e será encaminhada à sanção do presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Entenda abaixo o que diz o projeto.

LEIA MAIS:

O que muda com o projeto

Atualmente, a Lei Maria da Penha estabelece o monitoramento como medida opcional. A partir do novo projeto de lei, a determinação do monitoramento passa a ser obrigatória sempre que houver risco à integridade física ou psicológica da vítima e de seus familiares.

O juiz da cidade terá 24 horas para decidir sobre a manutenção ou revogação da medida. Caso o pedido seja negado, a Justiça precisará explicar o motivo da negativa.

Já no caso das cidades sem juiz, a medida poderá ser aplicada por um delegado, que antes só podia afastar o agressor da casa compartilhada com a mulher.

Além do monitoramento obrigatório, o projeto de lei também determina que a vítima tenha acesso a um dispositivo de segurança que emite um alerta em caso de aproximação do agressor. O alerta será automático e simultâneo para a vítima e para unidade policial mais próxima sempre que o agressor romper o perímetro de exclusão fixado judicialmente.

O projeto também altera a pena prevista pela Lei Maria da Penha, podendo aumentar de um terço à metade da pena, que hoje é de 2 a 5 anos. Em caso de descumprimento de medidas protetivas, o texto também prevê o aumento da multa vigente.

Maior investimento

Como forma de garantir o acesso aos aparelhos de monitoramento, o projeto também estabelece um aumento de 5% para 6% na cota de recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) para ações de enfrentamento da violência contra a mulher.

Imagem

Jornal da Paraíba

Tags

Comentários

Leia Também

  • compartilhar no whatsapp
  • compartilhar no whatsapp
    compartilhar no whatsapp
  • compartilhar no whatsapp
  • compartilhar no whatsapp
  • compartilhar no whatsapp